16 outubro 2007

Tu Quoque Iolanda?

Comunicado

Sendo requiridos por Dom Pablo Carvajal de la Torre, representante legal de Dona Yolanda Castaño Pereira, a retirar do nosso site o desenho gráfico “Tu Quoque Iolanda?” e os comentários a ele adjuntos, sob ameaça de demanda judicial por delitos de injúrias com publicidade, e nom querendo ferir a delicada sensibilidade da nossa insigne poetisa, Aduaneiros sem Fronteiras, questionando-nos até que ponto tem sentido continuar a fazer humor gráfico neste país e a desenvolver umha autocrítica da razom galega, vimos de decidir fechar o nosso site por enquanto o nosso legítimo direito à liberdade de expressom nom se veja a salvo de coacçons judiciárias fora de lugar.


Comunicado


Após a reacçom na rede e na comunicaçom social suscitada polo fecho do nosso site e comprovando o crescente agromar de diferentes e infundadas versons sobre o acontecido, alimentadas mesmo polas declaraçons da própria demandante em diferentes meios, vimos de decidir emitir um segundo comunicado para clarejar vários aspectos de nossa decisom. Concretamente sobre o processo encetado polo advogado de Dona Yolanda Castaño Pereira contra a nossa publicaçom, no que segundo ela própria, só se colocaram em causa apenas os comentários do site e nom o desenho gráfico de “Teu Quoque Yolanda?”. Com tal motivo, vemos-nos na obriga de publicar a carta remetida via mail polo seu advogado, Dom Pablo Carvajal de la Torre, para demonstrar a ausência de veracidade nas suas declaraçons mediáticas.

Depois de traduzir a carta ao galego e compreender o seu conteúdo, solicitamos um tempo de reflexom para consultar com a nossa advogada, e depois de ser rejeitada tanto a nossa oferta de retirar os comentários e manter o desenho gráfico como o nosso desejo de resolver o assunto entre as pessoas e nom mediante advogados, fomos requeridos por Dom Pablo Carvajal através da nossa advogada a despublicar tudo antes da próxima segunda-feira 22 de Outubro. Por umha parte doeu-nos nesta situaçom que entre criadores e criadoras galegas, se tenha que recorrer a advogados e ameaças judiciais para arranjar um problema do que nem sequer tínhamos constáncia. E por outra que se ponha em questom a sinceridade dumha decisom que foi dura de tomar polo que supom retirar da rede o trabalho de quatro anos. As acusaçons de vitimismo e reacçom desmedida estám fora de lugar: o fecho era a única medida possível para evitar um processo judicial que repercutiria muito negativamente sobre ambas as partes sem claudicar do nosso direito à liberdade de expressom. Queremos lembrar que o feche seria reversível se, como agora afirma a demandante, estivesse disposta a aceitar por escrito ou pessoalmente a nossa já reiterada oferta de retirar os comentários e manter o desenho gráfico. Nom é a nossa intençom prolongar por mais tempo esta absurda situaçom na que todos e todas podemos acabar por nos travar a língua e nos fazer sangue no principal órgao de expressom humana:
a boca.





Dende aqui o meu apoio a xente de aduaneiros sem fronteiras, e darlhes azos para que voltem o máis axinha posibel porque a súa presença era ar fresco na rede e no nosso país

E o debuxo em cuestiom adicado a Iolanda

3 comentários:

Mario disse...

A min é que aínda me resulta difícil de crer. Se xa caia pouco simpática acaba de amañala de vez.

Arredista disse...

Eu nom a conheço persoalmente,mais sempre foi umha persoa que me caeu como umha patada nos ....A vez q estivem mais cerca dela foi cando vos conhecim no recital da Corunha.
O mais forte é q um dia num programa da ser faltaronlhe de mala maneira e ela q fijo a semana seguinte entrou no programa e riuse cos q lhe faltaram de mala maneira a semana anterior.Cos fortes,cadena ser,nom fai estes alardes d superioridade.

Alberto disse...

Non é unha cuestión de simpatías ou antipatías. Para falar dun asunto con unha certa imparcialidade é preciso non xuntar as simpatías ou antipatías co razoamento. A min paréceme excesivo que alguén se poida anoxar ou molestar polo que os Aduaneiros puxeron dela. O xogo de vestir e desvestir é un xogo humorístico sen máis. Non ten maior importancia. Ata lle podería parecer simpático a ela. O único "conflitivo" sería ese coitelo con sangue, mais ela, que é poeta (sen entrar en se é boa ou non o é porque se entrasemos niso estiamos deixando entrar no razoamento a simpatía ou antipatía que lle pdoemos ter a Yolanda Castaño) debería saber ben que ese coitelo con sangue pode interpretarse como moito como unha metáfora, como imaxino que debe ser. Ninguén a está acusandod e ningunha barbarie.

Non me posiciono nin a favor nin en contra de ningunha das dúas partes. Só comento que me parece excesivo anoxarse por ese debuxo ou xogo ou como raio se chame. :-)